De olho em 2026, senador da extrema-esquerda articula para tornar Bolsonaro inelegível

De olho em 2026, senador da extrema-esquerda articula para tornar Bolsonaro inelegível

Um dia após o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luis Roberto Barroso, reabrir apuração CPI da Covid, o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), que foi vice-presidente na Comissão, ingressou com representação no Tribunal de Contas da União (TCU) pleiteando a inelegibilidade do presidente Jair Bolsonaro.


A ideia seria remover do xadrez político um adversário que obteve a metade dos votos válidos dos brasileiros em 2022 e facilitar a reeleição de Lula e a manutenção da extrema-esquerda no poder em 2026.




De acordo com o congressista, acusado por integrantes do STF de fazer um relatório "muito pessoal e político", Bolsonaro teria que ser "responsabilizado" por, supostamente, bloquear recursos do INSS e de bolsas da CAPES para garantir o orçamento secreto.



"Jair vai ficar INELEGÍVEL! Representamos ao TCU pedindo a rejeição das contas do atual presidente pelos bloqueios no INSS e bolsas da CAPES. Ele comprometeu despesas obrigatórias para abrir espaço para o orçamento secreto. É crime e deve ser responsabilizado!" - twitou o senador.



Randolfe afirma que "diversos serviços essenciais" à população brasileira estão sofrendo com a falta de recursos públicos.


Se o TCU aceitar a denúncia, a pena para o chefe do Executivo seria de um a quatro anos de prisão ou inelegibilidade por oito anos.