PF cumpre mandados de busca e apreensão em imóveis de Aécio, Andrea e Anastasia

PF cumpre mandados de busca e apreensão em imóveis de Aécio, Andrea e Anastasia

Imóveis do senador Aécio Neves (PSDB) e da irmã de dele, Andrea Neves, são alvo de operação da Polícia Federal na manhã desta terça-feira. São cumpridos mandados de busca e apreensão no apartamento de Aécio em um imóvel de Andréa, no Rio de Janeiro, em Belo Horizonte e em Nova Lima. Equipes do Ministério Público Federal também participam da operação.


Os policiais também estão no apartamento do senador Antonio Anastasia (PSDB), na capital. Outro senador envolvido na operação desta terça-feira é Agripino Maia (DEM-RN).Há ordens judiciais também contra Frederico Pacheco, primo de Aécio.


Além do Rio e de Minas, as ações da PF ocorrem em Brasília, Bahia e Rio Grande do Norte.


Os federais procuram documentos com base em delações de Joesley Batista e Ricardo Saud. Os executivos relataram repasse de propina de quase R$ 110 milhões ao senador Aécio Neves.
Além do Rio, ações da PF ocorrem em São Paulo, Belo Horizonte, Brasília, Bahia e Rio Grande do Norte


Segundo a PF, o senador Aécio Neves comprou apoio político do Solidariedade, por R$ 15 milhões, e empresários paulistas ajudaram com doações de campanha e caixa 2, por meio de notas frias.


Cristiane Brasil e Paulinho da Força 


Em São Paulo, os alvos são o deputado federal Paulinho da Força (presidente nacional do partido Solidariedade); a deputada federal Cristiane Brasil (PTB); e empresários acusados de emitir notas fiscais frias para Aécio.


Nota 


Em nota enviada à redação da Itatiaia, o advogado do senador mineiro, Alberto Zacharias Toron, diz que Aécio Neves sempre esteve à disposição para prestar todos os esclarecimentos necessários que mostrarão a absoluta correção de todos os seus atos. "É preciso que se esclareça que os recursos referidos pelos delatores da JBS agora como propina são as contribuições eleitorais feitas à campanha do PSDB em 2014 e devidamente registradas na Justiça Eleitoral. Somam-se a esses valores contribuições legais feitas a outros partidos políticos. A medida é, portanto, desnecessária já que o senador é o maior interessado no esclarecimento de todos os fatos", diz o texto.


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